Segundo o Ministério Público, o objetivo é viabilizar ao periciado condições para o relato sobre a origem das eventuais lesões sofridas
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| (Foto: Reprodução) |
O promotor de Justiça Marcelo Celestino, autor da ação, esclarece que a medida visa sanar situações atentatórias aos direitos humanos e à legalidade. Isso porque, nas audiências de custódia, os presos reclamavam que, ao serem levados para o IML para a realização de exames de corpo de delito, os policiais que os conduziam eram os mesmos das prisões e, por isso, eram ameaçados para não relatarem as lesões produzidas por policiais aos médicos legistas. Diversos casos foram juntados ao processo, que busca combater a coação por parte dos policiais que fazem esse acompanhamento.
*Com informações da Assessoria de Comunicação Social do MP-GO

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