Heloysa, de 2 anos, passou por cirurgia e segue internada no Hospital Estadual da Criança e do Adolescente. Doações podem ser feitas via PIX, atraves da chave CPF 045.938.181-41
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| Foto divulgada pelos pais da pequena Heloysa, de 2 anos, que está internada no Hecad, em Goiânia (Foto: Arquivo Pessoal) |
Uma campanha solidária está sendo realizada para ajudar a
família da pequena Heloysa, de 2 anos, moradora do município de Piranhas, no
oeste de Goiás, que está internada em Goiânia após ser diagnosticada com
pneumotórax, uma condição que ocorre quando há presença de ar no espaço entre o
pulmão e a parede torácica, podendo comprometer a respiração.
A criança está hospitalizada no Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad), unidade de referência no atendimento pediátrico. Para ajudar a custear despesas relacionadas ao tratamento e à permanência da família na capital, familiares e amigos organizaram uma vaquinha solidária.
A mãe da criança, Isabela Carolina dos Santos, contou à reportagem do Correio Goiano que os primeiros sintomas surgiram no dia 24 de fevereiro, quando Heloysa começou a sentir dores e desconforto abdominal. “Levamos ela ao Hospital Municipal de Piranhas porque estava com dor na barriga. A gente deu um remédio, mas não melhorou. Chegando lá, o médico pediu um raio-X torácico e foi quando apareceu a pneumonia”, relatou.
Segundo Isabela, após o exame inicial, a família precisou se deslocar até o município de Iporá para a realização de uma tomografia, que identificou o pneumotórax. “O caso dela foi se agravando e tivemos que vir às pressas para Goiânia”, afirmou.
A viagem até a capital aconteceu na sexta-feira (27/02). Ao chegar à unidade hospitalar, Heloysa foi imediatamente encaminhada para atendimento emergencial. “Chegamos em Goiânia por volta das 16 horas e ela já foi hospitalizada na área vermelha, que é a de emergência. No outro dia ela realizou uma cirurgia para drenar o líquido e o ar do pulmãozinho”, contou a mãe.
De acordo com Isabela, após o procedimento a criança não apresentou melhora imediata e precisou ser intubada para auxiliar na respiração. Na manhã desta quarta-feira (4/03), a família recebeu uma notícia considerada positiva dentro do processo de recuperação. “Por volta das 4h45 tiraram o tubo de oxigênio dela. A oxigenação está boa, mas ela ainda precisa ficar em observação. Ela respira com ajuda de aparelhos e continua com drenos no pulmão”, relatou.
Apesar da melhora gradual, o período de internação ainda é incerto. “A gente não sabe quando vai embora. O médico pediu paciência, porque é um processo lento”, afirmou.
Ainda segundo a mãe, os profissionais também investigam um possível vírus que pode ter contribuído para o agravamento do quadro de saúde da criança.
Durante o período em Goiânia, a família enfrenta dificuldades para se manter na cidade. O pai da criança, Gustavo Baronni, tem um irmão na capital, mas a residência fica distante do hospital, o que gera custos frequentes com deslocamento. “Temos que usar Uber para ir e voltar do hospital. Tem dias que ele [irmão do pai da criança] consegue levar a gente, mas em outros precisamos pagar transporte”, explicou Isabela.
Além disso, o casal é autônomo e trabalha com vendas de alimentos por delivery em Piranhas. Com a internação da filha, o comércio precisou ser fechado temporariamente, o que interrompeu a renda da família.
As doações podem ser feitas via Pix utilizando a chave CPF 045.938.181-41, em nome de Isabela Carolina dos Santos, mãe da criança.

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