Com valores abaixo de R$ 500 e projeção em alta definição, aparelhos portáteis mudam e democratizam a forma de consumir filmes, séries e vídeos
Enquanto uma televisão de 65 ou 75 polegadas exige alto investimento e espaço fixo, os mini projetores conseguem projetar imagens equivalentes — e até maiores — em qualquer parede clara, com um custo muito mais acessível. Hoje já existem modelos no mercado custando menos de R$ 500 capazes de entregar boa definição, brilho elevado e compatibilidade com conteúdos em alta resolução, inclusive 4K.
Além do preço, a portabilidade é outro fator que pesa a favor dos projetores compactos. Diferentemente de uma TV, que fica presa a um único ambiente, o projetor pode ser usado na sala, no quarto, em viagens, apresentações de trabalho ou até ao ar livre, bastando uma superfície adequada para a projeção.
Do ponto de vista técnico, esses equipamentos também evoluíram. Muitos modelos trabalham com resolução HD (1280x720) e suporte a conteúdos em 4K, além de tecnologias de projeção LCD que melhoram a reprodução das cores, o contraste e o aproveitamento da luz. Isso permite assistir a filmes, séries, vídeos e transmissões esportivas em telas que podem ultrapassar facilmente 100 polegadas, algo que, em uma Smart TV, custaria várias vezes mais.
A combinação de baixo custo, telas gigantes e mobilidade explica por que os mini projetores deixaram de ser apenas um acessório e passaram a disputar espaço diretamente com as Smart TVs, principalmente nos lares de famílias com menor poder aquisitivo.

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